Diagnóstico de Vazamento de Faturamento · Jan–Jun 2026

6 meses fechados · dados ao vivo (Meta Ads, GA4, RD CRM) + auditoria do site + benchmark de mercado · 11/07/2026
Rapport
Sumário executivo

Onde o dinheiro vaza

A leitura de entrada era "mudou a plataforma em fevereiro e a performance desandou; o gargalo é o tráfego e o carrinho". Os dados de Meta, GA4 e RD, cruzados com a auditoria do site e o benchmark de mercado, contam outra história. Os itens com o marcador azul abrem a evidência por trás da afirmação.

Fevereiro não quebrou nada

No Meta, fevereiro foi o pico de ROAS (4,77x). A performance segurou em ~4x de janeiro a maio — no nível ou acima do baseline de 2025 (3,96x). No GA4, a conversão da loja melhorou de fevereiro a maio (0,24% → 0,29%). A troca de plataforma não aparece como quebra em nenhuma das duas fontes.

Os cinco vazamentos, por alavanca

  1. O gargalo visita → carrinho, no site.
    A conversão da loja está abaixo do benchmark de móveis, e a auditoria do site isola o ponto exato: entre o clique e o add-to-cart. Prazo de 45 dias escondido — e em conflito com o selo Express na mesma página —, sem prova social na página de produto, cupom divergente (causa raiz confirmada no RD), e o cálculo de frete a testar. Correções de baixo esforço. Elevar o add-to-cart de 0,77% para 1,5% valeria ~R$87 mil/mês com a mesma mídia.
  2. O consultivo/WhatsApp operado no escuro.
    O canal de maior ticket (R$3.061, ~⅓ a ½ da receita) roda sem processo: no RD, os negócios entram com valor R$0, sem motivo de perda tagueado, muitos parados. Quando secou em junho, não havia cadência pra recuperar. Estrutural, e não tem relação com plataforma.
  3. Colapso de junho por super-escala.
    O orçamento subiu ~99% dentro do mês e o tráfego foi despejado na fadiga: junho teve o maior volume de sessões do semestre (38.810) com a pior conversão (0,11%). Meta e loja caíram juntos, só em junho. Operacional e reversível.
  4. A tag de add-to-cart do GA4 está quebrada.
    Maio registrou 27 carrinhos para 210 checkouts e 71 compras — impossível. Isso não invalida o gargalo (o pixel do Meta corrobora o ATC baixo), mas cega qualquer análise de funil pelo GA4. Consertar o rastreio é pré-requisito de medição confiável.
  5. Meta de R$150k/mês descolada da capacidade — mas alcançável pela conversão.
    Nos melhores meses a loja fez R$141–155k; a média fica em ~R$100–155k. R$150k não se alcança com mais verba (foi o que falhou em junho) — se alcança elevando a conversão do site.
Este diagnóstico combina a análise multicanal da Rapport (tráfego, loja, CRM, benchmark, com dados puxados ao vivo do Meta Ads, GA4 e RD) com a auditoria de CRO do site da gestão de tráfego (Milton Alves). As duas leituras convergem no mesmo ponto e se complementam.
A curva de 6 meses

Tráfego e loja, mês a mês

Meta Ads (conta principal, reconciliado com o fechamento de junho) e funil da loja no GA4 — ambos puxados ao vivo via API. A eficiência segurou até maio; junho é a exceção.

ROAS do Meta

4,56
Jan
4,77
Fev
3,78
Mar
4,50
Abr
3,77
Mai
2,76
Jun
Pico em fevereiro. Média do semestre 4,00x — acima da mediana global (1,93x) e do baseline 2025 (3,96x). A queda é só de junho.

Conversão da loja (GA4)

0,18
Jan
0,24
Fev
0,27
Mar
0,25
Abr
0,29
Mai
0,11
Jun
Conversão melhorou de fevereiro a maio. Junho corta pela metade — tráfego despejado que não converteu.

Números mês a mês

MêsInvest. MetaROAS MetaSessões lojaConv. lojaReceita loja (GA4)
JaneiroR$ 24.3414,5634.5450,18%R$ 125.757
FevereiroR$ 20.5254,7725.1950,24%R$ 110.384
MarçoR$ 17.4663,7817.5990,27%R$ 87.774
AbrilR$ 24.4814,5023.6990,25%R$ 155.392
MaioR$ 24.4923,7724.8200,29%R$ 140.998
JunhoR$ 26.0412,7638.8100,11%R$ 82.014
Jan–JunR$ 137.3464,00165.117~0,21%R$ 548.906*
*Receita atribuída ao Meta no total; a receita da loja no GA4 (compras online rastreadas) não inclui a venda direta por WhatsApp (offline), então subestima o total do negócio. Fonte: API do Meta Ads (conta act_517148882863634) e GA4 (property 411044868), extraídas em 11/07/2026.

Junho, a anomalia

Maior volume de sessões do semestre com a pior conversão e o pior ROAS. É a inversão de escala já vista no fechamento de junho: orçamento diário subindo ~99% na semana enquanto vendas caíam e o custo por venda triplicava. Não é dano de plataforma — é escala mal calibrada.

Contexto histórico · 2025 → 2026

O que mudou de 2025 para cá

2025 foi um ano forte de receita (R$1,82 mi captado, +34% sobre 2024) e um ano de eficiência caindo — o ROAS de mídia paga despencou de 6,66x para 3,96x e o CPA subiu 48% no mesmo período. 2026 não abre uma quebra nova: dá continuidade a essa curva, agora estabilizada. A leitura importante é comparar o que é comparável, e lembrar de qual semestre estamos falando.

Eficiência: 2024 → 2025 → 2026

Métrica2024 (média)2025 (Jan–Nov)2026 (Jan–Jun)Direção
ROAS mídia paga6,66x3,96x4,00xEstabilizou após a queda
Ticket médioR$ 1.211R$ 2.334~R$ 2.000Recuou do pico
CPAR$ 254R$ 376R$ 394–482Continua subindo
Conversão da loja0,30%0,31%~0,25%Cedeu
Investimento em ads/mêsR$ 14,7 milR$ 25,5 milR$ 22,9 milEstável
O ROAS de mídia paga estava em queda livre de 2024 para 2025 (−40%). Em 2026 ele parou de cair e segurou em ~4x. A troca de plataforma em fevereiro não interrompeu isso — a curva de eficiência já vinha de antes e é de mercado (fadiga criativa, iOS, competição), não de plataforma.

O ticket é o que mais pede atenção

Em 2025 o ticket médio dobrou (R$1.211 → R$2.334), puxado pelo mix premium e pela venda consultiva de Layla no WhatsApp. Em 2026 recuou para ~R$2.000. Como o CPA só sobe, é o prêmio de ticket que sustenta o ROAS — deixar o mix escorregar para o barato comprime a conta inteira. Bate com o gargalo de mix já mapeado.

Estamos olhando o semestre fraco

Em 2025, o Q1 (jan–mar) foi só 20% da receita anual, e set+out+nov concentraram 36% (Black Friday: R$287 mil só em novembro). Julgar 2026 pelo primeiro semestre é olhar o pior pedaço do ano. O que decide o ano é a alta temporada — e ela exige o gargalo de conversão resolvido antes de setembro.

A meta de R$150k não é irreal — é sazonal

R$150k/mês foi o patamar dos picos de 2025: julho R$167k, outubro R$225k, novembro R$287k. O erro não é o número; é pedir o pico de setembro–novembro como média de um semestre que historicamente é o mais fraco. A meta mora em dois lugares ao mesmo tempo: conversão do site (o ano todo) e calendário de alta temporada (planejado com 60 dias de antecedência).

Saúde vs. mercado

As métricas estão saudáveis?

Benchmark de e-commerce de móveis e decoração no Brasil (Neotrust) e referências globais (Baymard, WordStream, ClickPost). Atrair está saudável; converter o visitante em carrinho é onde falta. Clique em "metodologia e fontes" para o porquê de cada faixa, com os links.

MétricaCRIAFaixa saudávelVeredito
ROAS Meta2,76–4,77x1,93x mediana · 4–6x bomOk a bom
CPCR$ 1,01–1,03barato p/ BRSaudável
CTR2,14–2,21%2,19% mediana · 2,92% casa/decorNa média
Abandono de checkout~71%70% global · 80–82% BRNormal
Conversão da loja~0,25%0,7% móveis BR · 1,6% casa/decorAbaixo
Add-to-cart (pixel Meta)0,5–1,1%~4% móveis · 5–7% geralCrítico
O ponto de add-to-cart tem duas medições: o pixel do Meta (fonte da gestão de tráfego) mostra ATC real de 0,5–1,1%, bem abaixo do setor — o gargalo é real. A tag equivalente no GA4 está quebrada e precisa ser corrigida à parte.

Leitura de uma frase: custo e clique estão saudáveis e o abandono de checkout está dentro do normal do setor. O que puxa a conversão para baixo do benchmark de móveis é a etapa visitante → carrinho — confirmada tanto pelo pixel do Meta quanto pela auditoria do site. A prioridade de alavancagem é a experiência de página de produto, não mais mídia.

Auditoria do site · CRO

Por que o visitante não vira carrinho

A gestão de tráfego auditou o código e o conteúdo da home e da página da Poltrona Baiana Couro (maior ticket anunciado). Os achados isolam o gargalo entre o clique e o add-to-cart, e a maioria é correção de configuração, não redesenho. Clique em cada card para ver o print real do site e a explicação completa.

O tamanho do prêmio

Mantendo mídia, ticket e taxas pós-carrinho constantes, e movendo só o add-to-cart:

CenárioTaxa ATCVendas/mêsReceita/mêsAdicional
Atual (base abr–jun)0,77%~43R$ 91 mil
Conservador1,5%~85R$ 178 mil+ R$ 87 mil
Intermediário2,0%~113R$ 238 mil+ R$ 147 mil
Meta (jun/26)2,5%~142R$ 297 mil+ R$ 206 mil
Simulação de ordem de grandeza (não projeção exata), do diagnóstico da gestão de tráfego. Nenhuma das correções abaixo exige redesenho ou troca de plataforma.
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1. Prazo de 45 dias escondido

O visitante vê o preço de R$ 7.490 e só descobre no meio do texto que a confecção leva até 45 dias úteis + entrega. Surpresa no momento da decisão. O selo Entrega Express (7 dias) é o antídoto e está subaproveitado. Impacto muito alto

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2. Frete: cálculo a testar manualmente

A trava "selecione a variação antes do frete" não se confirmou ao vivo: a Baiana Couro não tem variação e o aviso é template oculto do Tray. O que ficou em aberto: nos testes o simulador não retornou cotação nenhuma. Pode ser limitação da automação — pede teste humano pra confirmar se um cliente real consegue calcular o frete. A confirmar

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3. Sem prova social na página de produto

Verificado ao vivo em duas Baianas (couro e veludo): a PDP exibe só "seja o primeiro a opinar" (widget de avaliação vazio, com login pra comentar) e a linha de escassez "X pessoas vendo". A marca tem depoimentos reais na home, mas eles não aparecem na página onde a decisão de R$5–9 mil acontece. Impacto alto

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4. Cupom divergente site × anúncio

O popup do site oferece CRIA5 (5%) enquanto as campanhas usam CRIA10 (10%). Condição diferente entre anúncio e site mina a confiança no momento mais sensível. Impacto médio

5. Performance mobile e higiene técnica

O HTML repete o menu de categorias várias vezes e o servidor gasta ~2s só de processamento antes de qualquer imagem. Como a maior parte do tráfego é mobile, o carregamento real fica acima do ideal — e velocidade correlaciona direto com conversão. Tratar com o tema (Samá Themes). Impacto alto

6. SEO básico e parcelamento

Meta description da home vazia e título genérico ("Somos Cria") prejudicam o SEO e a nota de qualidade no Google Ads. E o destaque de parcelamento é 6x (R$1.248/mês na poltrona de couro) quando concorrentes ancoram em 10–12x. Impacto médio

Mídia

O que reativar e o que criar

Dos 382 anúncios com entrega no semestre, um padrão claro de vencedores. São a base pra reativar o que foi abandonado na corrida pela meta e pra produzir os próximos.

AnúncioFormatoInvestidoReceitaROAS
ADS20 Mesa de Cabeceira ArcosVídeoR$ 4.327R$ 42.2039,8
ADS27 Poltrona Baiana CouroImagemR$ 5.370R$ 34.9176,5
ADS11 Entrega ExpressVídeoR$ 2.974R$ 31.58810,6
ADS05 Vídeos Mais VendidosVídeoR$ 1.955R$ 19.62310,0
ADS19 FeedbackReels · prova socialR$ 798R$ 16.23820,3
ADS06 Designe CriaCarrosselR$ 1.098R$ 11.17410,2
ADS04 Multimídia JapaVídeoR$ 958R$ 8.9049,3
Padrão vencedor: vídeo de produto (Mesa Cabeceira, Entrega Express, Vídeos Mais Vendidos, Multimídia), Poltrona Baiana (couro e carrossel) e prova social (Reels de feedback, ROAS 20). O Catálogo (ADS07, R$36.795, ROAS 5,9) sustenta o volume. Reativar campanhas/criativos desse perfil que foram pausados é a aposta de menor risco.
Comercial

O consultivo operado no escuro

O canal de venda direta por WhatsApp é o de maior ticket e responde por boa parte da receita. É também o menos instrumentado da operação.

Ticket venda direta
R$ 3.061
2x o do e-commerce
Share da receita (jun)
~59%
WhatsApp + recuperação
Deals no pipeline
~318
Venda Direta · muitos parados
Valor nos deals do RD
R$ 0
nenhum negócio valorado

No RD, todos os negócios entram com valor zero, os motivos de perda quase não são preenchidos (3 registros de "Preço", zero de "Demora no follow" no histórico) e há muitos deals parados sem cadência. O CRM é populado por automação (carrinho, RFV), não é usado como processo de vendas. O ativo de maior ticket da CRIA é operado sem número — quando o volume de mensagens secou em junho, não havia processo pra reagir. Este é o vazamento de maior alavanca e o mais barato de atacar, porque é processo, não plataforma.

Medição

Consertar o rastreio antes de concluir

Add-to-cart do GA4 quebrado

Maio: 27 eventos de carrinho no GA4 contra 210 checkouts e 71 compras. Impossível. A tag add_to_cart do GA4 não dispara direito, então o funil do GA4 fica cego. O gargalo em si é confirmado pelo pixel do Meta — isto é sobre consertar a medição, não sobre negar o problema.

RD Marketing: legível, menos o funil

A estrutura do RD Marketing responde ao vivo — segmentos, 30+ workflows, 516 e-mails, campanhas. Só o endpoint de analytics de funil retorna 401 (escopo do token), então as taxas agregadas de e-mail e nutrição ficam de fora até religar. Mas a leitura da estrutura já denuncia três coisas acionáveis, sem depender do funil.

Isso conecta direto ao ponto levantado internamente: "precisa melhorar a metrificação". Sem rastreio confiável, toda conclusão de conversão carrega ruído.
Leitura por frente

Visão geral: o que olhar em cada área

O apanhado de todas as frentes num só quadro, antes do plano ordenado. Cada linha é o veredito da área e o primeiro ponto a olhar — o que está saudável, o que trava e onde mora a alavanca.

FrenteSituação hojeO que olhar primeiro
Site / ConversãoGargalo principalA etapa visita → carrinho. Prazo de 45 dias visível junto ao preço, selo Express em destaque, frete sem trava de variação, prova social na PDP. É o de maior retorno por real.
Comercial / WhatsAppMaior alavanca, no escuroO canal de maior ticket (R$3.061) roda sem processo. Valorar deals, cadência de follow-up e tag de perda no RD. Barato de atacar — é processo, não ferramenta.
Mídia pagaSaudável, com deslize em junhoROAS segurou ~4x o semestre; junho quebrou por super-escala. Recalibrar teto de budget, concentrar nos vencedores, não escalar mídia antes do site converter.
Mix / TicketEscorregando pro baratoTicket recuou de R$2.334 (2025) pra ~R$2.000. Puxar o mix pra premium (Baiana, Arcos) e religar o cross-sell "Compre Também" que está desligado no RD.
CRM & RD MarketingSubaproveitadoBase de 516 e-mails e automações existem, mas cross-sell desligado e cupom desalinhado. Religar cross-sell, alinhar cupom e reativar o escopo de analytics de funil.
Medição / RastreioCego em dois pontosTag add_to_cart do GA4 quebrada e analytics de funil do RD em 401. Consertar os dois é pré-requisito pra qualquer leitura de funil confiável.
Meta / SazonalidadeDescolada da capacidade atualR$150k é o pico de 2025, não a média de um semestre fraco. Ancorar a meta na conversão do site + planejar a alta temporada (set–nov) com 60 dias de antecedência.
As duas primeiras linhas (site e consultivo) concentram a maior alavanca de faturamento e são as mais baratas de atacar — nenhuma exige troca de plataforma nem consultoria externa. O plano abaixo ordena tudo isso por impacto contra esforço.
Plano de ação

Por onde começar

Ordenado por impacto sobre o faturamento contra o esforço. As quatro primeiras não dependem de consultoria externa nem de trocar plataforma.

#AçãoFrenteImpactoEsforço
1Prazo de confecção junto ao preço + Express como escolha de pronta entrega (7 dias vs. 45), com escassez real — não só um seloSite (Tray)Muito altoBaixo
2Teste manual do cálculo de frete na PDP — confirmar se um cliente real consegue cotar (a trava de variação não se confirmou)Site (Tray)A confirmarBaixo
3Recalibrar a escala do Meta: teto de budget, sem dobrar na fadiga; concentrar nos vencedores. Não escalar mídia enquanto o site não converteJunho / mídiaAltoBaixo
4Processo mínimo de WhatsApp: valorar deals, cadência de follow-up, tag de perda no RDConsultivoAltoMédio
5Levar prova social pras PDPs mais anunciadas: migrar os depoimentos que hoje só existem na home e remover o login como barreira pra avaliarSite + MarketingAltoMédio
6Consertar a tag de add-to-cart do GA4 e religar o acesso ao RD MarketingMediçãoAltoBaixo
7Unificar o cupom de primeira compra (CRIA5 no site × CRIA10 nos anúncios)MarketingMédioBaixo
8Performance mobile (Samá Themes) + SEO básico (meta description e título)Site / temaAltoMédio
9Reativar criativos/campanhas vencedores pausados (vídeo, Baiana, feedback)MídiaMédioBaixo
10Ancoragem de parcelamento em 10–12x nas peças acima de R$5k + recalibrar a meta mensal à capacidade realComercialMédioBaixo
A maior parte destas correções é configuração dentro da própria Tray e conteúdo — não exige consultoria externa nem troca de plataforma. A consultoria de e-commerce (R$15–20k) só se justifica se, depois dos ajustes de site, o add-to-cart não reagir. Primeiro os fixes internos, que têm o maior retorno por real investido.
Evidência

Por que fevereiro não quebrou nada

A tese interna era que a troca de plataforma em fevereiro derrubou a performance. Os dois dados que mediriam isso — o ROAS do tráfego e a conversão da loja — mostram o contrário: fevereiro foi o melhor mês, não o pior.

MêsROAS MetaConversão loja (GA4)
Janeiro4,560,18%
Fevereiro ← troca de plataforma4,770,24%
Março3,780,27%
Abril4,500,25%
Maio3,770,29%
Junho2,760,11%

Se a plataforma tivesse quebrado a operação em fevereiro, a conversão da loja teria caído a partir dali. Ela subiu — de 0,24% para 0,29% até maio. O ROAS do Meta bateu o pico exatamente em fevereiro (4,77x). A queda real é isolada em junho, e tem causa própria (super-escala). Fonte: API do Meta e GA4, extração 11/07/2026.

O gargalo

Onde exatamente o funil vaza

O funil tem quatro etapas: visita → carrinho → checkout → compra. Se a gente olha onde a maior queda acontece, o problema não está em atrair (o clique chega barato e qualificado) nem em finalizar (quem chega ao checkout compra em taxa normal). Está na primeira transição: o visitante que não adiciona ao carrinho.

EtapaTaxa de passagemSituação
Visita → carrinho (add-to-cart)0,5–1,1%Gargalo — benchmark ~4%
Carrinho → checkout~65%Saudável
Checkout → compra~42%Saudável (abandono 71% = normal)

Dados consolidados de abril a junho (fonte: gestão de tráfego, planilha de resultados + pixel Meta). A conclusão isola o problema entre o clique e a decisão de adicionar ao carrinho — ou seja, a experiência da página de produto: prazo, frete, prova social, confiança e velocidade. Os seis achados da auditoria do site (na seção "Por que o visitante não vira carrinho") explicam cada peça disso, com print.

Evidência

Junho: mais tráfego, menos venda

Junho foi o melhor mês de captação (maior volume de sessões e melhor CTR do semestre) e, ao mesmo tempo, o pior de conversão. Isso é a assinatura de escalar orçamento numa loja que não converte: mais gente entra, a mesma proporção pequena adiciona ao carrinho, e o custo por venda dispara.

MêsSessõesInvest. MetaConversãoROAS
Abril23.699R$ 24.4810,25%4,50
Maio24.820R$ 24.4920,29%3,77
Junho38.810 (+56%)R$ 26.0410,11%2,76

Sessões +56% e conversão cortada pela metade no mesmo mês. A recomendação da gestão de tráfego bate com isso: não escalar mídia de forma agressiva enquanto o gargalo do site não for tratado — cada real a mais em verba paga para levar mais gente a uma página que não converte. O retorno de corrigir o site é, hoje, maior que o de mais mídia.

Prova · dados ao vivo

A tag de add-to-cart do GA4 está quebrada

Puxei o funil da loja direto do GA4 (property 411044868) e o do Meta direto da API. No GA4, um mês denuncia a tag: maio registrou 27 carrinhos, mas 210 checkouts e 71 compras. É logicamente impossível — ninguém finaliza checkout ou compra sem antes adicionar ao carrinho. O evento add_to_cart parou de disparar direito.

Mês (GA4)add_to_cartcheckoutscompras
Janeiro47523861
Fevereiro46615861
Março25612147
Abril20213660
Maio27 ⚠21071
Junho26115741

Agora o mesmo mês no pixel do Meta (act_517148882863634): o add_to_cart de maio foi 189 — normal, na faixa dos outros meses. O pixel do Meta não furou; a tag do GA4 sim.

Mês (pixel Meta)add_to_cartcompras
Abril15345
Maio18954
Junho13733

Conclusão: a taxa de add-to-cart usada no diagnóstico (0,5–1,1%) vem do pixel do Meta, que é consistente — então o gargalo é real. A tag do GA4 precisa ser corrigida à parte, senão qualquer análise de funil pelo GA4 (e as automações de carrinho abandonado ligadas a esse evento) fica cega. Fonte: extração ao vivo do GA4 e do Meta em 11/07/2026.

O caminho

R$150k é alcançável — pela conversão, não pela verba

A meta de R$150k/mês parece descolada porque a loja fez, em média, ~R$100–155k nos últimos meses, e junho provou que mais budget não resolve (sessões +56%, receita caindo). Mas a meta é atingível — o que muda a conta é a taxa de add-to-cart, não o investimento.

Usando a mesma simulação da gestão de tráfego (mídia, ticket e taxas pós-carrinho constantes):

Taxa de add-to-cartReceita/mês estimada
0,77% (hoje)~R$ 91 mil
~1,3% ← alcança a meta~R$ 150 mil
1,5% (conservador)~R$ 178 mil
2,0%~R$ 238 mil

Ou seja: sair de 0,77% para ~1,3% de add-to-cart — ainda muito abaixo do benchmark de móveis (~4%) — já leva a loja a R$150k com o mesmo investimento em mídia. O caminho ideal, em ordem:

1. Corrigir os pontos do site (prazo/Express, frete, prova social, cupom) — é o que move o add-to-cart de 0,77% para a faixa de 1,3–1,5%.
2. Puxar o mix pra premium — cada venda de ticket mais alto (Baiana, Arcos) levanta a receita por conversão, encurtando o caminho até a meta.
3. Efeito composto — com o site convertendo mais, o mesmo orçamento gera mais sinal de conversão pro algoritmo do Meta, o que tende a baratear o CPA ao longo do tempo.

A meta não está errada como número. Está errado esperá-la de mais mídia. Ela mora na conversão.

Dados · RD CRM

O canal de maior ticket, sem número

Puxei os pipelines do RD CRM ao vivo. O de venda direta (WhatsApp) é o de maior valor por atendimento, e é o menos instrumentado da operação:

Deals no pipeline Venda Direta~318
Ganhos (histórico)48 (~15%)
Deals com valor preenchido0 — todos R$0
Motivo de perda "Demora no follow"0 registros
Motivo de perda "Preço"3 registros

O CRM é populado por automação (carrinho abandonado, RFV), não por um processo de vendas. Como nenhum negócio carrega valor e os motivos de perda não são tagueados, é impossível medir quanto o canal perde e por quê. Só sabemos que ele responde por ~59% da receita em junho (WhatsApp + recuperação, ticket R$3.061 — 2x o do e-commerce) e que, quando o volume secou, não havia cadência de follow-up pra reagir.

Este é o vazamento de maior alavanca e o mais barato: é montar um processo mínimo (valorar os deals, cadência de follow-up, tag de perda), não trocar ferramenta nem plataforma. Fonte: RD CRM via API, 11/07/2026.

Contexto · 2025 fechado (Jan–Nov)

O ano de 2025 em números

2025 cresceu forte no topo e estreitou a margem de eficiência. A receita captada somou R$1,82 mi (média R$165 mil/mês, +34% sobre 2024), com ticket médio de R$2.334 — quase o dobro de 2024. Mas o retorno da mídia paga caiu no mesmo movimento: cada real novo em ads rendeu menos.

Métrica2025 (Jan–Nov)vs 2024
Receita captadaR$ 1.820.388+34,3%
Receita faturadaR$ 1.739.184+40,6%
Ticket médioR$ 2.334+92,7%
Investimento em adsR$ 25.486/mês+72,8%
ROAS mídia paga3,96x−40,5%
CPAR$ 376+48%
Conversão0,31%estável
Transações745 (68/mês)

Sazonalidade (o dado que reposiciona 2026). A receita de 2025 não foi plana: Q1 (jan–mar) foi só 20% do ano, e set+out+nov concentraram 36%. Novembro (Black Friday) sozinho fez R$287 mil — o pico anual. Março foi o pior mês (ROAS de mídia paga colapsou pra 2,26x). O primeiro semestre é estruturalmente o mais fraco.

Mês forte 2025Receita captadaROAS captado
Novembro (Black Friday)R$ 287.4267,29
OutubroR$ 225.3628,10
JulhoR$ 167.2887,59

Canais (2025). Google respondeu por 47% das sessões, a Tray por 32% e o Meta por 22% — mas é onde a verba mora. A mídia paga deixou de ser 79% da receita para ser 61%: os outros canais (orgânico, indicação, WhatsApp) cresceram, sinal de que a marca virou motor. Cancelamento de 2025: R$81 mil (4,5% da receita captada), com pico em março.

Fonte: planilha DADOS 2025 (Jan–Nov; dezembro sem receita lançada, a confirmar com Armani). Comparação YoY contra a média mensal de 2024 da própria planilha.

Dados · RD Marketing (estrutura)

O que os fluxos do RD já denunciam

O analytics de funil do RD Marketing está bloqueado por escopo do token (retorna 401), mas a estrutura — segmentos, workflows, e-mails, campanhas — é totalmente legível. Puxei os 30+ workflows ao vivo. Três achados saltam sem precisar de nenhuma taxa agregada:

FluxoStatusLeitura
"Compre Também" (cross-sell por produto — Baiana, Arcos, Montah, Uno, Duo, Planetário…)Todos desligadosNenhum cross-sell automático rodando. Cada venda de ticket alto sai sem oferta de composição — dinheiro de AOV parado.
"POPUP ⎢ Cupom 10%OFF ⎢ Primeira Compra"DesabilitadoÉ a raiz do cupom divergente: o fluxo do 10% está desligado, então o site entrega CRIA5 (5%) enquanto os anúncios prometem 10%.
"PÓS-VENDA ⎢ 45 / 30 / 20 dias para entrega" + "Prazo para entrega"AtivosA operação já administra a espera da entrega depois da compra, por e-mail. O que falta é comunicar esse mesmo prazo antes, na página de produto — onde ele vira surpresa.
"Carrinho Abandonado ⎢ Tray com login" (+ CRM)AtivosRecuperação de carrinho existe e roda — mas só pega quem estava logado. Depende do evento da Tray, não do add_to_cart do GA4 (que está quebrado).

A base de e-mail é real e grande (516 e-mails, campanhas de "Mais Vendidos", "Frete Grátis", "Verão na Bahia" com 1.500+ leads por disparo). O inbound não está morto — está subaproveitado: cross-sell desligado, cupom desalinhado, e sem leitura de performance porque o funil está fora. Religar o escopo de analytics fecha a única lacuna de medição que sobra. Fonte: RD Marketing via API, 11/07/2026.

Metodologia e fontes

De onde vêm as faixas de benchmark

Conversão de e-commerce. A referência não é a média geral do varejo (1,65% no Brasil, Neotrust 2024), e sim a categoria móveis, que converte mais baixo por ticket alto e ciclo de decisão longo: 0,7% (móveis) e 1,6% (casa e decoração). Por isso ~0,25% é "abaixo" e não "catastrófico" — o piso realista do setor é ~0,5–1,0%. Neotrust via babitonhela.

Abandono de checkout. A referência global é ~70% (Baymard, média de 49 estudos); no Brasil sobe para 80–82% (Opinion Box). Por isso o ~71% da CRIA é "normal" — está melhor que a média brasileira. Baymard · E-Commerce Brasil.

Add-to-cart. Média geral ~5–7%; em móveis/casa cai para ~4% (proxy global — não há recorte público de móveis no Brasil). Por isso 0,5–1,1% é crítico: está a ~¼ do padrão do setor. ClickPost.

ROAS do Meta. A mediana de todos os setores no Facebook é 1,93x; "bom" para e-commerce é 4–6x. Estar acima de 1,93x significa acima da média do mercado — a CRIA cruza a faixa "boa" no topo (4,77x). WordStream 2024/26.

CPC e CTR. O CTR mediano global é 2,19% (a CRIA está na média); casa e decoração chega a 2,92% (teto a buscar). O CPC global é ~US$1,72; no Brasil, em reais, é estruturalmente mais barato — leilão menos disputado e câmbio — por isso R$1,01–1,03 é saudável, não um sinal de problema. WordStream · Lebesgue · viniensina (BR).

Ressalva: os números de móveis do Brasil vêm da categoria "móveis" da Neotrust (não "design de alto ticket" puro); add-to-cart e CAC por setor são proxies globais. Benchmarks de conversão divergem por metodologia — usamos a Neotrust como a régua mais conservadora e comparável.

Auditoria do site · print real

Prazo de 45 dias comunicado como nota de rodapé

Prazo de confecção na descrição do produto
Página da Poltrona Baiana Couro em somoscria.com.br · captura 11/07/2026

O visitante chega pelo anúncio, vê o preço (R$ 7.490) e a descrição — e só descobre no meio do texto que a confecção leva até 45 dias úteis, mais o prazo de entrega. São mais de dois meses de espera revelados como surpresa, no momento exato da decisão. Para o público premium da CRIA, produção artesanal sob demanda pode ser argumento de valor ("feito para você, do traço ao detalhe") — mas só se comunicada com transparência, ao lado do preço. Hoje funciona como quebra de expectativa.

Correção imediata (esforço baixo, impacto muito alto): subir o prazo para junto do preço, como parte da proposta de valor — e não escondido numa aba de descrição.

A própria página se contradiz

Verificado ao vivo: na mesma PDP, o selo "🚚 EXPRESS" (que significa "disponível em 7 dias úteis") convive com o texto "prazo de confecção de até 45 dias úteis" nas Informações Técnicas. A página promete 7 dias e 45 dias ao mesmo tempo. Antes de qualquer outra coisa, resolver esse conflito: se a peça é Express, o prazo curto tem que estar em cima; se não é, o selo não deveria aparecer.

Como usar melhor o silo Entrega Express

O selo Entrega Express (7 dias úteis) é o antídoto direto do prazo de 45 dias, e hoje está subaproveitado — aparece como um selo, não como uma alavanca de conversão. Ele é um silo separado: um estoque de unidades prontas, com prazo curto. Isso muda de "objeção de prazo" para "argumento de compra" quando usado com intenção. Quatro movimentos:

MovimentoComo fazer
1. Transformar prazo em escolha na PDPAo lado do preço, dar as duas opções explícitas: "Pronta entrega — 7 dias úteis" (Express) vs. "Sob demanda — até 45 dias". O cliente decide com clareza em vez de ser surpreendido. A objeção de prazo vira uma decisão de conveniência.
2. Usar a escassez real como gatilhoO estoque Express é limitado por peça. Isso é urgência legítima, não inventada: "últimas unidades em pronta entrega", casando com o "10 pessoas vendo agora" que a página já exibe. Escassez verdadeira converte no ticket alto.
3. Roteirizar a mídia para os SKUs ExpressO vídeo ADS11 (Entrega Express) foi um dos maiores ROAS do semestre (10,6x) e só há um criativo do tipo rodando. Produzir 4–5 peças Express e direcionar o tráfego pago para os produtos com estoque pronto — porque convertem melhor: o prazo curto remove a objeção nº1 na entrada.
4. Priorizar o Express nas campanhas de escalaEm vez de despejar budget no catálogo genérico (o erro de junho), concentrar a escala nos produtos Express-elegíveis. Cada real leva o visitante a uma página onde a maior objeção já está resolvida.
Antes de escalar o Express, confirmar com o cliente a vigência e o estoque atual do programa — a janela original ia até abril/2026; o selo segue ativo no site, então vale validar quantas unidades por peça estão disponíveis hoje para não prometer pronta entrega sem lastro.
Auditoria do site · verificado ao vivo

A trava de variação não se confirmou; o cálculo de frete precisa de teste manual

Área de compra da PDP com COMPRAR liberado e sem seletor de variação
Área de compra da Baiana Couro Legítimo · captura 11/07/2026 — COMPRAR liberado, sem seletor de variação

A auditoria inicial da gestão de tráfego apontou que a página exigiria selecionar uma variação antes de liberar o Comprar e o simulador de frete. A verificação ao vivo (DOM + print) não confirma isso no produto principal: a Poltrona Baiana Couro Legítimo não tem variação — as opções veludo/couro/conjunto são páginas separadas —, o botão COMPRAR fica liberado direto, e o texto "Selecione uma opção para variação" existe no HTML apenas como template oculto e inerte do Tray, que só dispara em produtos que de fato têm seletor. Se existir algum SKU multi-variação, vale checar lá; no produto mais anunciado, não há trava.

O que ficou em aberto (honesto): em nenhuma tentativa automatizada o simulador retornou uma cotação — o campo aceitou o CEP, mas nenhuma transportadora ou prazo apareceu. Isso pode ser limitação da automação (o simulador do Tray depende de eventos que o preenchimento programático não dispara direito), então não dá pra afirmar que o frete está quebrado. Ação certa: um teste humano rápido — um cliente real consegue calcular o frete da Baiana? Se não, é um gargalo grave e silencioso num ticket alto; se sim, está ok e o ponto cai.

Auditoria do site · verificado ao vivo

Nenhuma prova social onde a decisão acontece

Aba de avaliações da página de produto vazia
Aba "Avaliações" da PDP · captura 11/07/2026 — "seja o primeiro a opinar", com login exigido pra comentar

Verificação ao vivo (DOM + print) em duas Baianas — Couro Legítimo e Veludo Cru: a página de produto não tem bloco de depoimentos, nem avaliações com estrela preenchidas. A única coisa que chega perto de prova social na PDP é o widget de avaliação vazio ("seja o primeiro a opinar", que ainda exige login pra comentar) e a linha de escassez "X pessoas estão vendo agora".

A marca tem depoimentos reais com foto — mas na home, não na página de produto, que é onde a decisão de um ticket de R$5 a 9 mil acontece. Para quem chega pela primeira vez pelo anúncio, a ausência de qualquer avaliação ou depoimento na PDP pesa direto sobre a confiança.

Correção (esforço médio, impacto alto): ativar avaliações nas PDPs mais anunciadas, migrando os depoimentos que a marca já tem (home / WhatsApp / Instagram) para a página de produto, e remover o login como barreira pra ver e enviar avaliação.

Auditoria do site · print real

Cupom divergente entre site e anúncio

Popup de cupom de primeira compra do site
Popup de entrada em somoscria.com.br · captura 11/07/2026

O popup do site oferece CRIA5 (5% OFF na primeira compra), enquanto o padrão das campanhas é CRIA10 (10% OFF). Se o cliente vê uma condição no anúncio e outra no site, a inconsistência mina a confiança no momento mais sensível da jornada. A navegação ainda expõe uma terceira mensagem — o banner "Seleção de Design" com descontos progressivos de até 20% — então o visitante encontra três ofertas diferentes competindo entre si.

Causa raiz (confirmada no RD): o workflow "POPUP ⎢ Cupom 10%OFF ⎢ Primeira Compra" está desabilitado no RD Marketing — por isso o site cai no CRIA5 (5%) enquanto os anúncios seguem prometendo 10%. Não é bug de site, é automação desligada.

Correção (esforço baixo, impacto médio): definir qual cupom está vigente, religar (ou aposentar) o fluxo do 10% e alinhar todos os pontos de contato — anúncio, popup, checkout.